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Mensagem por Tatsuya em Qua Mar 14, 2012 7:05 am

A manhã chegou sem que as meninas quentes de Prescott dessem conta, os efeitos da noite de festa foram unânimes. Amy foi acordada por Liv, uma das novatas de sono leve que atendeu ao telefone da mansão. Era a Sra. Anderson, nem um pouco satisfeita pelo suposto atraso da filha.

-- Amy, desculpa, mas sua mãe está uma fera no telefone dizendo que está esperando você desde as 9 da manhã...

-- Nossa! Que horas são?

-- Acho que quase meio-dia...

-- Oh Deus! Obrigada Liv.

Amy desceu as escadas às pressas, envolta apenas no lençol de Esther. Tomou um banho rápido, vestiu uma roupa qualquer, mesmo sabendo que seria avaliada pela mãe dos pés à cabeça... de sair, subiu até o terceiro andar, a fim de se despedir de sua amada. Encontrou-a completamente nua, ainda dormindo na cama que evidenciava a noite incrível que elas tiveram com algumas pétalas de rosas perdidas...

Pegou uma das pétalas e desceu suavemente pelas costas da morena, beijando com a língua entre os lábios, despertando Esther daquele sono misturado com a ressaca já esperada...

-- Ei... impressão minha ou te deixei nua nessa cama ontem e você já está assim toda vestida? Sonhei, ou minha ressaca está me fazendo ver coisas?

-- Não... -- Amy sorriu e beijou demoradamente os lábios de Esther -- Estou de saída linda... vou encontrar minha mãe no hotel e estou atrasadíssima...

-- Ah... certeza que você tem que ir? A gente pode curar a ressaca de um jeito bem gostoso, o que acha?

-- Esther... não me tenta vai... -- Amy respirava fundo enquanto Esther beijava seu pescoço.

Amy levantou-se rapidamente, saindo às pressas do quarto de Esther, mandando beijos pra morena, mostrando a pulseira que lhe fora presenteada, com um sorriso iluminador, arrancando o riso fácil da morena que lhe olhava numa expressão de fascínio.

Sandra Anderson aguardava Amy na piscina do hotel com seus óculos de sol que cobriam metade de seu rosto mal humorado, protegido por um chapéu de abas largas. A mulher não se deu ao trabalho de sequer responder o bom dia da filha, mandou apenas que Amy se sentasse para almoçar pelo avançado da hora.

-- Mãe, desculpe-me, a festa terminou tarde, não consegui acordar cedo...

-- Definitivamente, essa fraternidade acabou com você Amy... não reconheço mais minha própria filha!
-- Ai mãezinha... para com isso por favor... vim aqui pra passar o dia com a senhora, nos entendermos... acabar com esse clima pesado, poxa mãe, estou tão feliz...

-- Amy, você está fora de si! Não é possível que você sempre tão equilibrada, centrada, um dos melhores partidos de New York, tantos planos que tínhamos pra você... ser uma sócia do escritório de seu pai...

-- Mas mãe nada disso mudou, poxa! Estou em uma das melhores universidades do país, estou me saindo bem em todas as disciplinas, minhas atividades na fraternidade só enriquecem meu currículo, o fato de eu estar apaixonada por uma mulher não muda esses planos que você e papai têm pra mim.

-- Claro que muda Amy! Seu pai não aceitará isso nunca!

-- Será mãe?

-- Amy... você não pode continuar nessa fraternidade e tem que acabar com essa palhaçada com essa latina! Você não é lésbica! Vou conversar com seu pai, para conseguirmos sua transferência para Harward, Princeton ou Yalle, mas aqui você não ficará!

-- Mãe, foi pra isso que eu vim aqui hoje? Pra ouvir essas coisas da senhora?

-- Na verdade, queria entregar seu presente... essa sua situação foi uma surpresa pra mim, mas logo resolvo isso quando retornar a New York.

Empurrou uma caixa pequena e pediu que Amy abrisse. A loirinha obedeceu e se surpreendeu ao ver apenas uma chave. Logo deduziu que se tratava da chave de um carro.

-- É o que estou pensando mãe?

-- Está na garagem do hotel, você logo vai notar qual o seu. Lá não existem muitos carros com um grande laço em cima...

Amy saltou no colo da mãe enchendo-a de beijos e abraços agradecidos. Em seguida, saiu puxando-a para a garagem e lá vibrou sem parar ao ver seu presente: um Jaguar conversível prateado. Sempre foi esse o preferido da loirinha entre os muitos que seu pai colecionava.

A primeira coisa que Amy pensou ao sentar no banco de motorista foi passear com Esther naquele carro até a praia, até o cais onde o barco de Esther ficava atracado... mas convidou a sua mãe para estrear o presente. Sandra deu uma trégua no clima pesado entre elas e aceitou, empolgada com a felicidade da filha com o presente.

Depois de almoçar e se despedir de sua mãe, Amy voltou para a mansão gama-tau por volta das 17H, ansiosa para mostrar seu presente à Esther. Antes de permitir que a filha voltasse, Sandra Anderson deixou bem claro que faria tudo para tirar a garota daquele que pra ela era um “mau caminho”.

Ellen já aguardava na recepção o encontro marcado com a Sra. Anderson. Subiram para a suíte de luxo do hotel para dar início ao plano para separar Esther e Amy.

-- O que você pretende fazer mocinha? -- Indagou Sandra.

-- As regras da fraternidade não permitem agressões físicas entre os membros, quero provocar Esther o suficiente para que ela me agrida...

-- Mas como isso pode separá-la de minha filha? E mais, como fará com que Amy abandone a gama-tau?

-- Amy precisa se decepcionar com Esther e sair do seu domínio... isso não será difícil, porque Esther tem uma fama justa de mulherenga...

-- Insisto, o que você fará?

-- Vou fazer Amy ver quem é a verdadeira Esther e depois deixarei Esther saber que fui a responsável. Explosiva como ela é, não vai se conter e vai partir pra cima de mim... então...

-- Vou esperar alguns dias para que você execute esse plano. Caso contrário, farei as coisas do meu jeito... mas, o que você quer em troca?

-- Para que meus planos funcionem preciso de recursos que não tenho...

-- Estamos falando de quanto?

-- A princípio, 2 mil dólares...

Sandra Anderson apenas preencheu o cheque sem titubear. Quando o entregou à Ellen, ouviu batidas na porta. Emudeceu. Empalideceu ao abri-la esperando algum funcionário do hotel e se deparou com Esther.
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