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Mensagem por Tatsuya em Qua Maio 30, 2012 6:59 am

No dia seguinte, Rebeca se encontrou com Cristina logo cedo. A agente disfarçada do FBI trazia mais uma vez informações importantes acerca do carro o qual Ellen entrara na noite anterior:

-- Sua intuição estava certa, Rebeca. O carro que a Srta. Oliver entrou ontem à noite é de propriedade de Michelle Roberts.

-- Eu sabia! Aquela menina está perdida... A ambição dela a deixou mais vulnerável às investidas de Michelle e da Lesbos... As meninas da fraternidade estão correndo risco Cristina, não posso permitir que ela continue na casa.

-- Calma, Rebeca... Tendo a certeza que essa menina está envolvida com Michelle, podemos usar isso, precisamos planejar uma armadilha para dar o flagrante na Lesbos, e Ellen pode ser a porta pra isso.

-- Isso é muito arriscado Cristina, e se ela recrutar alguma de nossas meninas para o círculo?

-- Seria uma forma de armarmos o flagrante...

-- Não, Cristina! Não posso permitir que nossas meninas sejam iscas... Sugeri e pedi que Esther fosse ao encontro de Michelle, porque sei que Michelle é obcecada por ela, e não a quer morta, ou inválida... Além do mais, Esther sabe se defender dela. Mas as outras meninas... Não, não posso permitir isso.

-- Rebeca, me dê um tempo, ok? Não expulse ainda Ellen da casa da fraternidade, vamos espioná-la mais um pouco. Ela está acuada, é jovem e não vai suportar a pressão...

-- Uma semana, Cristina. Depois disso, Ellen será banida da Gama-Tau.

Na mansão Roberts, Michelle teve uma surpresa com a visita de Caroline Wanderbelt:

-- Carol, o que você está fazendo aqui?

-- Vim pessoalmente falar com você, Michelle. Há dias telefonei dizendo que precisava falar urgentemente e você sequer me retornou a ligação.

-- Sinto muito Carol, mas precisei viajar com Aaron...

-- Pois muito bem, precisamos conversar, agora!

-- Mas aqui em casa? Por que você não marcou no...

-- Não Michelle, aqui, e agora! Há dias que não consigo dormir pensando nas coisas que Sandra me falou, não vou adiar mais um minuto essa conversa.

-- Sandra? Mas, que Sandra?

-- Sandra Anderson me procurou, pra falar do passado, qual não foi minha surpresa quando ela falou que a filha de Carmem está viva e se chama Esther! Quando ela falou isso me lembrei imediatamente quem era a garota que você chamava de sua diversão tanto parecia... Ela me lembrava alguém, mas nunca consegui me lembrar, mas lógico! A cara da Carmem! Por isso você é tão obcecada por ela!

-- Carol acalme-se, isso não tem nada demais... Esther é uma mulher linda, você também se divertiu com ela...

-- Eu não fazia ideia de quem ela era! Realmente uma mulher linda, o que me incomoda é que você usou e está usando nossa sociedade secreta pra alimentar essa sua obsessão do passado... Que tipo de coisa você fez para atrair essa menina?

-- Carol, isso não vem ao caso...

-- Claro que vem... Essa menina está fuçando o passado da mãe dela, conheceu Sandra, logo chegará a nós. Sandra está juntando pedaços da história, ela não é boba, sabe que tudo foi uma armação que destruiu a vida de Carmem, se a filha dela souber disso, você já pensou?

-- Esther nunca chegará a nós, nem fará nada contra nós, deixa de fazer drama. As únicas pessoas que sabem do que aconteceu somos nós agora, já que Wiliam está morto.

-- Você acha que pode controlar Esther?

-- Farei qualquer coisa para ter Esther no meu domínio... Qualquer coisa!

-- Quando você fala isso fico ainda mais nervosa, sei que você é mesmo capaz de qualquer coisa... A pobre coitada da Beta-Lo, tinha mesmo necessidade daquilo Michelle?

-- A Virgínia? Ora, foi um acidente... Ela tentou fugir, você viu... Ellen tentou segurá-la, mas foi inútil... Cair daquela altura foi uma fatalidade.

-- Michelle, acho sensato passarmos um tempo sem armar um novo círculo de rituais, até essa história da Beta-Lo se acalmar. E outra coisa... Se eu descobrir que você está mais uma vez nos envolvendo nos seus crimes para satisfazer suas vontades e sua obsessão...

-- Não ouse me ameaçar, Carol! Graças aos métodos, hoje você é herdeira sozinha de um império...

-- Ora, Michelle! Meu marido era doente, fiz o que ele queria, era a vontade dele, ele estava sofrendo há muito tempo com dores horríveis, não o matei!

-- Não esqueça que eu tenho o laudo da perícia, constatando a dose generosa de morfina que você liberou no dosador... Dose fatal...

-- Você não teria coragem, Michelle...

-- Oh, claro que não! Não faria isso a uma irmã de sociedade... A não ser que ela estivesse ameaçando o bem-estar da Lesbos e de seus componentes...

A conversa tensa entre as irmãs de sociedade, e mais que isso, cúmplices foi finalizada com a chegada de um dos seguranças particulares de Michelle: Charles.

-- O que você quer Charles?

-- Sra. Roberts, a senhora disse que quando retornasse de viagem resolveria minha situação...

-- Mas você é mesmo um estúpido, Charles! A Dra. Clark me disse que você se contradisse várias vezes no depoimento... Que incompetente! Vai ser difícil livrar você!

-- Sra. Roberts, fiquei nervoso...

-- Seu idiota! Você pode ter colocado tudo a perder!

-- Senhora, não preciso lembrar que... Não vou pagar por tudo sozinho...

-- Você está me ameaçando? Ora o que deu nas pessoas hoje? É o conselho do dia do horóscopo: ameacem Michelle?

-- Sra. Roberts, não sou o idiota que a senhora pensa... Tenho provas que me ligam à senhora na época, acaso a senhora esqueceu que me deu um cheque para minha viagem após o acidente?

-- Ora, seu filho da mãe! Você não sabe do que sou capaz...

-- Pelo contrário senhora, eu sei do que a senhora é capaz, por isso me precavi todo esse tempo que trabalho para a senhora... Por isso acho melhor a senhora achar uma solução pra isso, como sempre fez, acabando com investigações da polícia... E quero sair do país também!

-- Quem você pensa que é para me dar ordens?

- Não são ordens, Sra. Roberts, são pedidos que a senhora atenderá gentilmente para o nosso bem, concorda?

O ódio no olhar de Michelle chegava a amedrontar, mas Charles não era mesmo o idiota que Michelle julgava, o seu comparsa deu um ultimato a sua chefe:

-- Outra coisa: se algo acontecer comigo, tenho um pacote endereçado ao FBI em um cofre com todas as provas contra a senhora no caso do acidente que vitimou o Sr. Anderson e outras provas sobre sequestros, estupros dessa sociedade que a senhora me fez participar, que será enviado por uma pessoa de minha confiança.

-- Charles, você não esqueça com quem você está lidando... Você tem uma família linda, não é? Acho que você não quer o mal deles, não é mesmo?

O segurança apertou seus dedos nas palmas da mão e se despediu:

-- Estamos conversados senhora, não quero ser obrigado a prejudicar a senhora.

-- Ok Charles, providenciarei o que você me pediu, depois conversamos.

Michelle caminhava de um lado para outro na sala, perdida acerca dos seus próximos passos, no bar preparou uma dose generosa de whisky e a sorveu num gole só, visivelmente tensa, se assustou ao ouvir seu celular tocar: era Esther. Não esperou o segund
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