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Capítulo 63 [+18]

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Capítulo 63 [+18]

Mensagem por Tatsuya em Qua Jun 06, 2012 12:24 pm

No hotel, Sandra conversava com Esther sobre seu encontro com Carol, e lhe dava detalhes sobre o processo de reconhecimento da paternidade de William segundo as informações de Peter. Como se quisesse flagrar algo, Amy chegou pedindo que não avisasse à mãe que ela estava subindo, chegando de surpresa ao quarto de Sandra, ouvindo um trecho da conversa entre ela e Esther:

-- Sandra, eu me envergonho tanto, de por tantos anos nutrir tanto ódio contra você e contra minha própria família...

-- É compreensível, minha querida, pela vida que você teve, pelas intrigas das quais fomos vítimas, não condeno você por isso, nem Peter.

d- E pensar que eu queria fazer a Amy o mesmo que eu julgava que você fez com minha mãe apenas para me vingar de você, quão estúpida eu fui!

d- Graças a Deus você descobriu a verdade antes de cometer esse erro tão grave...

Amy ouviu aquilo sentindo-se traída, enganada, aceitando os títulos que Ellen lhe dera. Revoltou-se e surgiu na suíte diante de Sandra e Esther, batendo palmas sarcasticamente dizendo com o rosto banhado em lágrimas:

-- Muito bem! Perfeito! Linda a reconciliação de duas dissimuladas! E agora, qual é o plano, querida priminha? Ficar com o dinheiro dos Anderson? E você mãezinha? Qual a mentira que você vai contar a sua filha dessa vez?

Esther e Sandra levantaram-se ao mesmo tempo assustadas, tentando explicar a situação a Amy:

-- Minha filha, nós podemos explicar tudo, vamos conversar.

-- Conversar? Mãe nós conversamos a vida toda, você nunca me disse que seu grande amor da juventude antes do papai foi uma mulher! Condenou-me porque eu disse que era lésbica, que hipocrisia! Nunca me disse que conheceu a mãe de Esther quando veio me visitar em Prescott, pagou uma pessoa para me separar de Esther, e agora você quer conversar? Já sei de tudo, não preciso de conversas.

Disse isso jogando o diário de Carmem sobre a mesa de centro.

-- Filha, as coisas não são bem assim, acalme-se.

-- Amy, sua mãe tem razão, temos muito que conversar...

-- E quanto a você Esther? Como você pode? Eu acreditei que você me amava, você só me usou para vingar-se de minha mãe... Como você pode?

Os olhos de Amy eram de uma mágoa tão profunda que feria a alma de Esther, em provocar tamanho sofrimento e decepção na sua amada. As lágrimas embargaram sua voz, e com muito esforço disse:

-- Amy, isso foi no começo... Antes de te conhecer direito, de me apaixonar por você. Hoje sei que sua mãe não fez nada a minha, foi tudo uma armação de Michelle e outras pessoas que não as queria juntas, não há mais vingança e eu te amo de verdade!

-- Ah! Então se houvesse um motivo para você se vingar me usaria da mesma forma mesmo se dizendo apaixonada por mim?

-- Amy não foi isso que eu disse...

-- Esther você é incapaz de amar! Não sabe o que é amor! Você e aquela Michelle se merecem, usam as pessoas para o que vocês querem... Como pude me decepcionar tanto?

Amy saiu correndo do quarto sendo seguida por Esther, que tentava em vão fazê-la parar. A morena não alcançou o elevador, perdendo a loirinha de vista quando finalmente conseguiu chegar ao térreo do hotel. Esther correu até sua moto e foi pilotando devagar em busca de Amy, não encontrou pistas da sua namorada, logo atrás de carro, Sandra se aproximou angustiada:

-- Precisamos encontrá-la, Esther... Ela está nos odiando!

-- Não se preocupe, Sandra, não sossegarei até encontrá-la.

Dividiram-se seguindo para locais diferentes, Esther decidiu ficar pela praia, na esperança de encontrar Amy perto do farol, lugar importante na história delas, enquanto Sandra seguiu para o campus.

A busca foi inútil, Amy parecia ter sumido entre as dunas das praias de Prescott. Preocupada, destruída por dentro, Esther voltou à fraternidade no fim da tarde, na esperança de encontrar Amy em casa.

Na Gama-Tau, Laurel recebeu um telefonema estranho de um garçom do bar mais tradicional entre os universitários:

-- Estou ligando para você por que se trata de uma das suas irmãs de fraternidade que está aqui dando um espetáculo, estão se aproveitando dela, não posso impedir, venha rápido!

Laurel apressou-se em ir ao referido bar, curiosa para saber qual irmã gama teria descumprido as ordens e saído sozinha. Na saída de casa, encontrou Esther chegando com uma aparência abatida, ansiosa a morena perguntou:

-- Você sabe se Amy está em casa?

-- Sinto muito Esther, a mãe dela esteve procurando-a também, mas não a vi o dia todo. Algum problema?

-- Uma grande confusão Laurel... Mas obrigada de qualquer forma.

-- Se eu puder ajudar pode contar comigo...

-- Obrigada, mas ei... Onde você está indo sozinha?

-- Ao Prescott’s. O garçom camarada me ligou dizendo que uma de nossas meninas está protagonizando a cena por lá... Estou indo resgatá-la.

-- Oh meu Deus é Amy!

-- Amy? Como assim Esther?

-- Vamos no seu carro Laurel, explico no caminho!

Esther dirigia angustiada, explicando superficialmente o que acontecera entre ela e a Amy, Laurel não se conteve e deixou escapar um comentário:

-- Você não merece mesmo o amor de Amy, Esther!

Esther franziu a testa, interrogando-se qual o motivo do comentário da ruiva. Laurel percebeu que se excedeu no comentário e tentou se justificar:

-- É que... Esther, desde o começo você enganou e maltratou a Amy...

-- Tudo bem Laurel, entendi, você é amiga da Amy e testemunhou o que ela sofreu por minha causa, vamos tirá-la daí o mais rápido possível.

Esther finalizou o assunto ao estacionar o carro em frente ao Prescott’s, descendo apressada, apreensiva pelo estado que encontraria sua namorada. Dentro do bar, Amy estava lá, completamente bêbada, dançando sensualmente sobre uma mesa, com dezenas de homens cercando-a, fazendo comentários maliciosos aos gritos e gargalhadas, nem de longe parecia a doce Amy já conhecida em Prescott por ser a novata gama-tau escolhida pela presidente. Ao ver a cena, Esther fez menção de correr e arrancar a sua namorada dali, foi segurada pelo braço por Laurel:

-- Calma, Esther.

Amy percebeu a chegada de Esther diante dos olhares das pessoas do bar, imediatamente desceu da mesa, pediu que aumentassem o som da música e dançou diante de Esther:

Want your bad romance

I want your ugly
I want your disease
I want your everything
As long as it's free
I want your love
(Love-love-love I want your love)

Quero o seu romance mau
Eu quero sua repulsão
Eu quero sua doença
Eu quero seu tudo,
Contanto que seja de graça
Eu quero seu amor
(Amor, amor, amor, eu quero o seu amor)

I want your drama
The touch of your hand
I want your leather-studded kiss in the sand
And I want your love
Love-love-love
I want your love
(Love-love-love I want your love)

Eu quero o seu drama
O toque da sua mão
Eu quero o seu beijo sujo de couro na areia
Eu quero o seu amor,
Amor, amor, amor
Eu quero o seu amor,
(Amor, amor, amor, eu quero o seu amor)

You know that I want you
And you know that I need you
I want your bad, your bad romance

Você sabe que te quero
E sabe que preciso de você
Eu quero o seu mau, mau romance

I want your love and
I want your revenge
You and me could write a bad romance
(Oh-oh-oh-oooh!)
I want your love and
All your love is revenge
You and me could write a bad romance

Eu quero o seu amor e
Eu quero a sua vingança
Você e eu poderíamos escrever um mau romance
(Oh-oh-oh-oooh!)
Eu quero o seu amor
Todo o seu amor é vingança
Você e eu poderíamos escrever um mau romance
(Bad Romance – Lady Gaga)

Durante toda a dança, Esther tentava puxar Amy para fora do bar, mas era inútil, a loirinha se esquivava, empurrava Esther enquanto tentava não cair, tamanho era seu estado de embriaguez. Ao final da música, Esther segurou seus braços com força e a puxou, com toda a força que lhe restava, Amy livrou-se das mãos da morena e gritou:

-- Não me toque sua vadia! Tire suas mãos sujas de mim!

A voz de Amy estava distorcida, mas seus olhos eram carregados da mágoa que Esther vira horas atrás cintilarem pelas lágrimas de decepção. A morena insistiu em arrastar Amy para longe dos olhares curiosos do bar, mas isso era motivo de mais revolta da loirinha. Laurel então interferiu:

-- Deixa comigo Esther, espere-me no carro, eu a levo.

Muito contrariada, e com os olhos marejados, Esther saiu do local, deixando Amy abraçada a Laurel, com muito custo, a ruiva conseguiu enfim tirar a loirinha dali. Esther já esperava ao volante, abriu a porta traseira e Laurel sentou-se com Amy no banco traseiro, bêbada, a loirinha repetia coisas desconexas, incompreensíveis, em meio a um pranto sincero.

No trajeto, pararam várias vezes, Amy passou mal, vomitou tudo que bebera, em seguida caiu num sono profundo. Esther e Laurel entraram na mansão pela porta lateral da casa, uma vez que a moça ainda guardava essa chave, a fim de evitar que o máximo das meninas visse a loirinha naquele estado.

Deitaram Amy na cama de Laurel, retiraram seus tênis delicados, e Esther sentou ao lado dela declarando à ruiva:

-- Posso não merecer o amor dela, Laurel, mas eu a amo como nunca imaginei ser capaz de amar alguém.

-- Não duvido disso, Esther, sinto muito ter dito aquilo. Deixe-a dormir, acho que ela só acordará amanhã.

-- Laurel, posso dormir aqui do lado dela? Por favor...

-- Tudo bem, Esther. Vou dormir no quarto da Jordan, então, é aqui do lado, se precisar de mim, é só chamar.

-- Obrigada, Laurel.

Esther tratou de avisar a Sandra que Amy estava em casa e segura, não comentou o episódio do bar. Os comentários na fraternidade foram inevitáveis, Vanessa soube do acontecido através de alguns rapazes que estavam no Prescott’s e espalhou pela Gama-Tau a fofoca. Ellen se deliciou ao saber disso, quase sem querer, provocou o que tanto queria. Rachel se preocupou e comentou com Rebeca os boatos que percorriam a casa. Imediatamente, a líder gama associou que Amy mentiu para ela sobre já saber de tudo.

Esther velou o sono de Amy. Olhando sua loirinha dormir, pedia no seu coração para sua mãe que não permitisse que ela perdesse o seu amor por intrigas, assim como aconteceu com ela. Caiu no sono sentada na cama, segurando a mão de Amy.
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Re: Capítulo 63 [+18]

Mensagem por Day-chan em Dom Jun 10, 2012 3:27 pm

Muito bom! Não me canso de ler!
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