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Capítulo 5 [+18]

Mensagem por Tatsuya em Sex Jan 13, 2012 5:06 am

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Olhou por baixo dos lençóis e se viu vestida em um babydoll seu. Estranhou, uma vez que aquele quarto, não era do alojamento onde estavam suas coisas.

Segurando a cabeça como se temesse que se desprendesse do corpo, tamanha era a dor, esforçou-se para sair debaixo dos cobertores e se pôs de pé, apoiando-se na cabeceira da cama.

Olhou pela janela e reconheceu a rua das fraternidades do campus, caminhou até o banheiro e ingeriu com voracidade dois, três copos de água. Nada matava sua sede.

Jogou água no rosto, e olhando-se no espelho, viu uma mancha roxa no pescoço. Imaginou o que havia acontecido no suposto encontro com Jonh, mas não conseguia se lembrar absolutamente nada da noite que antecedeu aquela ressaca fenomenal que lhe atacara.

Andou pelo quarto tentando recobrar a memória, sem sucesso. Curiosa sobre aquele recanto, abriu o guarda-roupa e surpreendentemente reconheceu suas roupas, ali guardadas.

Abriu a porta e perambulou pelo desconhecido corredor longo, com várias portas. Nas paredes, quadros de fotos, e ao fundo, o grande símbolo da Gama-Tau. Teve certeza, cumprira a tarefa do recrutamento e estava enfim na fraternidade que escolhera. E que havia acontecido, não sabia, mas saboreou um gosto de vitória sobre a petulância desafiadora de Esther, que duvidou que a loirinha conseguisse tal ingresso.

Amy teve que sufocar o grito de susto, quando sentiu uma mão lhe puxar pelo ombro.

-- Ei, loirinha calma... Você está muito assustada!

Era Laurel, tapando a boca de Amy para evitar um escândalo.

-- Laurel, o que aconteceu? Como eu vim parar aqui? E minhas coisas?

-- Ei, loirinha, calma, uma pergunta de cada vez. Mas pra simplificar, seja bem-vinda irmã. Só o que você precisa saber é que conseguiu ingressar na nossa fraternidade. Além disso, outra hora eu te conto. Deixa eu ver seu quarto.

Laurel saiu puxando Amy pela mão, até seu novo quarto. Deu uma olhada em volta e soltou um comentário intrigante:

-- É... Pra ser o quarto da escolhida, até que está simples...

-- Escolhida pra quê?

Laurel lançou um sorriso misterioso, e mudou de assunto deixando Amy com mais interrogações.

-- Então, tá de ressaca?

-- Nossa, nem me fala... Você sabe o que eu bebi?

-- Sei, e tenho um remedinho que pode aliviar esses efeitos. Vamos descer, te preparo. Mas antes, se vista melhor, tem gente que não vai gostar de você se exibindo assim na frente das outras...

-- Quem?

A pergunta de Amy ficou mais uma vez no vácuo... Laurel a apressou, e a loirinha, cheia de dúvidas, seguiu as orientações da veterana, vestindo-se rapidamente para descer até a cozinha.

Sentada à mesa da cozinha espaçosa, Amy observava Laurel preparar um chá elaborado, na sua cabeça, muitas interrogações. Não se ouvia barulhos na casa, parecia que todas ainda sofriam os efeitos na noite de ritual misterioso.

Apesar das perguntas insistentes de Amy sobre a noite passada, sobre sua completa falta de memória, e sobre ela ser a escolhida, a ruiva não se rendeu aos pedidos da loirinha, mudava sempre de assunto sem dar qualquer resposta às indagações de Amy.

-- Agora, loirinha, se prepara porque em alguns dias você mudará seu conceito sobre festa...

-- É? Por quê?

-- Será a festa de boas-vindas às novas irmãs Gama-Tau, e minha querida, as nossas festas são as melhores!

-- Quando será?

-- No próximo final de semana, os preparativos já começaram...

Amy não podia disfarçar a ansiedade, agora, dominando sua mente, junto com as dezenas de perguntas que a perseguia, desde que acordara ali. Aos poucos as demais irmãs da fraternidade surgiam na cozinha, servindo-se de alguma fruta na geladeira, outras experimentando o amargo café, enquanto Amy digeria aquele amontoado de ervas em uma grande xícara servida por Laurel.

Todas que adentravam na cozinha se cumprimentavam com selinhos, exceto em Amy, que ficou decepcionada. A boca das irmãs Gama-Tau pareciam um convite ao beijo, associou que como era novata, ainda não podia desfrutar desse privilégio.

-- Ressaca violenta, né, novata?

A pergunta veio de uma garota sentada no balcão da pia, que se lambuzava com uma torrada encharcada de mel. A visão era sensualíssima, a pele clara, os olhos verdes, os cabelos eram claros, mas só com mechas douradas. O mel da torrada descia pelo decote da camisola de seda. O mesmo mel foi recolhido com o dedo indicador da beldade, sendo levada à boca e chupado com lentidão. Por um instante, Amy sentiu um frio na barriga, e quase não piscou até responder a pergunta:

-- É, e pior que nem sei o que bebi pra estar assim.

-- Esqueça, todas nós já passamos por isso. Com esse treco aí -- apontou para a caneca -- logo você está recuperada.

Em um único pulo, aquela garota estonteante saiu da bancada, passou perto de Laurel, cochichando algo que a ruiva parece não ter gostado, deixando o ambiente sob olhar atento de Amy, que não demorou a perguntar:

-- Quem é ela, Laurel?

Laurel fez uma expressão pouco amável, e respondeu secamente:

-- Ellen. Tá no terceiro ano.

-- Bonita ela, não é?

-- Loirinha, fique longe dela, assim, evita problemas pra todo mundo...

Amy não entendeu a colocação nem mesmo o tom da colega, continuava intrigada. Terminou de ingerir aquele santo remédio que Laurel lhe preparara, e fez menção de levantar-se, quando sentiu uma mão quente, empurrando seu ombro para baixo, impedindo.

-- Está com pressa, novata?

Tomada por um calor que invadiu toda sua pele, Amy virou-se imediatamente ao ouvir a voz conhecida e arrogante de Esther.

-- Não, não tenho pressa alguma... Surpreendida por ter que me aceitar aqui?

Esther sorriu ironicamente, como se não se afetasse com o tom arredio da novata, e respondeu, encarando-a fixamente:

-- Na verdade, não... Mas confesso que cheguei a torcer pra que você conseguisse.

-- Torcer? Mas parecia exatamente o contrário... Por que você torceria pra que eu conseguisse?

-- Pra te ter em minhas mãos, loirinha...

Esther abriu um sorriso vitorioso, saiu da cozinha distribuindo orientações para as demais meninas que estavam nos corredores. Amy não podia deixar de observar as curvas impecáveis da morena, que estava vestida apenas com uma camiseta regata e uma calcinha boxe. As pernas pareciam esculpidas por alguma divindade, torneadas, brilhantes. A loirinha subiu seu olhar até aquele traseiro empinado, firme, apetitoso... Enquanto Esther mexia nas suas madeixas revoltas, envolvendo-as entre as mãos, jogando-as para o lado, deixando seu pescoço à mostra. Notou ainda nos seus braços arranhões, pareciam de unhas. Voltou à memória a cena que Amy testemunhara noites atrás, naquela cabana de madeira no jardim. Nesse momento foi consumida de um sentimento de ciúme inexplicável, pensando: Ela deve ter catado outra menininha, mas dessa vez, a garota deixou marcas nela... Desconheceu-se pensando tal coisa, mas não conseguia desviar os olhos de Esther, que com uma sensualidade arrebatadora, sorria para outras meninas, traçando algum plano para a festa que aconteceria no final de semana seguinte.

-- Amy? Alô? Loirinhaaaa?

Laurel estalou os dedos na frente dos olhos da novata, como se quisesse despertá-la de um estado hipnótico.

-- Desculpa, o que você disse?

-- Amy, eu perguntei se você estava se sentindo melhor.

-- Ah sim, estou bem melhor, muito obrigada, Laurel. Seu remédio é santo mesmo...

-- É mais um segredo da fraternidade, irmã.

Enquanto continuava o papo ameno com Laurel, Amy viu Esther se afastando em direção as escadas, cochichou algo com Rachel e subiu em seguida. Rachel era segundo Laurel, uma espécie de secretária da presidente da fraternidade, braço direito de Esther, eram também as melhores amigas. Parecia ser petulante como ela, mas era, antes de tudo, leal a Esther e a fraternidade.

Em alguns minutos, Rachel tratou de convocar as novatas para uma reunião na sala de estudos da casa. Era necessário ditar algumas regras de convivência, distribuir tarefas para a organização da festa, além de informações pertinentes às normas específicas da Gama-Tau.

Depois do almoço, todas as novatas estavam reunidas no local marcado. Em pé numa postura soberana em um jeans apertado com um top ousado coberto com um moletom no mesmo tom, a presidente da Gama-Tau, com os cabelos completamente presos. Do seu lado, sua fiel escudeira Rachel, a qual começou a dissertar os motivos da reunião.

-- Antes de mais nada, sejam bem-vindas novas irmãs gama! Todas estão aqui por mérito próprio, e gostaríamos de parabenizá-las por isso. Mas toda fraternidade precisa de regras para manter a ordem, seus hábitos, e lógico, ter seus benefícios para todos que a compõem. Vocês devem ter notado que seus pertences já estão colocados em seus quartos, foi uma gentileza nas nossas irmãs secundárias, assim chamamos as irmãs que estão aqui no segundo ano. A arrumação do quarto é tarefa de vocês, as dos demais cômodos, há uma escala que vocês receberão de Jordan, ela é a responsável por definir isso.

Apontou para uma negra espetacular, alta, cabelos muito cacheados soltos, olhos negros puxados, e um sorriso simplesmente incrível. Seu corpo era magérrimo, tinha porte de modelo.

Continuou:

-- A Gama-Tau tem um estatuto próprio, o qual vocês devem segui-lo no que diz respeito à conduta dentro da universidade, na convivência com as irmãs, respeito à hierarquia, ascensão, tudo está detalhado lá. Vocês estão recebendo uma cópia, mas para ajudar nessa adaptação, cada uma de vocês terá nos primeiros meses uma irmã guia que ajudará no que precisarem. Vocês deverão mostrar sua gratidão com pequenos favores que elas requisitarem, isso faz parte da hierarquia.

O clima entre as novatas era de expectativa, nem se perguntavam mais sobre a noite anterior. Toda aquela atmosfera tensa de cobrança e hostilidade da primeira reunião antes da tarefa de recrutamento se desfez, e pela primeira vez, todas se sentiram acolhidas e felizes por estarem ali.

-- As irmãs guias de quase todas são do terceiro ano, as terciárias, exceto por uma, que foi a escolhida da presidente, e sobre ela algumas regras são específicas... Mas isso vocês saberão com o tempo.

Amy sentiu seu corpo tremer, Laurel falara sobre uma escolhida, logo pensou nela mesma como a de Esther. Não sabia se ficava mais irritada por saber que estava mesmo nas mãos da morena, ou ansiosa para estar nas mãos quentes dela em outro sentido. E nessa expectativa, a loirinha ouviu a presidente tomar a palavra, e iniciar sua fala:

-- Todas vocês ajudarão na preparação da festa, como não sabemos ainda o talento ou a aptidão de cada uma, deixaremos à vontade para escolher qual equipe vocês irão se encaixar. Qualquer falha da festa, tomarei como ofensa pessoal, porque temos a tradição de promover as melhores festas do campus, então, pensem nessa responsabilidade.

Esther ainda deu algumas orientações acerca da festa a fantasia, tema escolhido para a festança. Advertiu sobre a qualidade das comidas e bebidas, em seguida, anunciou o nome das respectivas irmãs guia de cada novata, não citando o nome de Amy, que, logicamente, ficou intrigada, e mesmo temendo a resposta, perguntou em bom tom:

-- Quem será a minha irmã guia?

Esther sorriu, olhou para loirinha, e respondeu com sarcasmo:

-- Não lhe parece óbvio?

-- O que exatamente é óbvio?

-- Você é a minha escolhida, te disse que você estava em minhas mã
os...

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Re: Capítulo 5 [+18]

Mensagem por Cris em Sex Jan 13, 2012 8:38 am

Noooossa quanta expectaivaaaa . Posta mais um capitulo hojee !!
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Re: Capítulo 5 [+18]

Mensagem por loveed em Seg Jan 16, 2012 12:55 pm

nossssssssssssssssaaaaaaaaaaaaaaaa issota fiacando bom viu!!!
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Re: Capítulo 5 [+18]

Mensagem por Day-chan em Seg Jan 16, 2012 7:15 pm

Apesar que tendo uma morena maravilhosa a te escolher, é o mesmo que estar nas alturas! *.* Esther! - bandeirinha balançando-
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Re: Capítulo 5 [+18]

Mensagem por Yuu-chan em Dom Abr 29, 2012 3:24 pm

Uoh '0' que expectativa xD
(indo ler o próximo capitulo)
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Re: Capítulo 5 [+18]

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