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Capítulo 58 [+18]

Mensagem por Tatsuya em Sex Maio 25, 2012 7:03 am

Enquanto as investigações se intensificavam em torno de Michelle e da Lesbos, Amy e Esther pareciam estar em plena lua de mel. O segredo que ainda existia entre elas incomodava a morena, mas ela sabia que não era o melhor momento para revelar seu parentesco, apesar da loirinha estranhar muito a intimidade e o carinho dos seus pais com sua namorada.

Peter retornou a Nova Iorque para agilizar o reconhecimento de Esther como filha de Wiliam para que assim ela recebesse sua herança. Sandra se mantinha ocupada, tentando localizar sua antiga amiga Carol a fim de esclarecer dúvidas sobre seu desentendimento com Carmem no passado. Após muitas tentativas, Sandra conseguiu enfim localizá-la, Carol estava morando bem perto de Prescott, era dona de um hotel luxuoso na costa, mas não usava mais seu nome de solteira, apesar de ser viúva, por isso foi mais difícil encontrá-la.

Sandra foi até o hotel de propriedade da antiga amiga, antes que anunciasse seu nome para secretária, porém, ouviu uma voz familiar atrás dela ditando ordens para sua funcionária, logo identificou a voz de Carol, e lhe falou:

-- Caroline?

Carol apertou os olhos, e disse sem muita convicção:

-- Sandra?

-- Sim Carol, sou eu.

-- Sandra! Quanto tempo amiga! O que você faz por aqui? Está me esperando há muito tempo?

-- Na verdade acabei de chegar, vim para conversar um pouco com você.

-- Claro, vamos entrar para o escritório.

Entraram no escritório luxuoso da administração do hotel. Caroline Wanderbelt era uma mulher de traços fortes, olhos grandes, rosto largo, apesar de notadamente ter passado por algumas cirurgias plásticas que diminuíram seu nariz, seu rosto não era bonito, mas seu corpo continuava invejável.

-- Diga-me Sandra, como está Peter?

-- Está bem, em Nova Iorque.

-- Vocês tem uma filha não é? Aliás, vi no noticiário sobre um acidente com ela, como ela está?

-- Sim, graças a Deus está bem sim.

-- Mas me fale o que te traz aqui? Tantos anos sem contato, como você me achou?

-- Estou em Prescott há alguns dias e, enfim... Deparei-me com alguns fatos do meu passado, e pensei em conversarmos um pouco, de repente você se lembra de mais coisas do que eu... Apesar de nossas desavenças no passado pensei que você pudesse me ajudar.

-- Desavenças? Ah amiga, isso é coisa do passado, éramos tão jovens, imaturas, nem ao menos lembro o motivo de termos brigado. Minha memória é péssima, mas se eu puder ajudar, conte comigo. O que você quer saber?

-- Sobre minha separação com Carmem. Você acompanhou tudo e... Gostaria de saber por que você disse aquelas mentiras sobre meu relacionamento com Carmem... Eu nunca a chamei de anormal, você sabia o quanto eu a amava, não existia nenhum plano para magoá-la, por que você disse aquelas maldades?

Carol ficou desconcertada com a pergunta de Sandra, por mais que tivesse passado tanto tempo, aquela ferida ainda estava lá, o tom e a expressão de Sandra não negava isso.

-- Sandra, eu me envergonho de ter mentido daquela forma, mas fiz pensando no seu bem, uma relação lésbica naquela época seria um escândalo, você se arrependeria, não podia ter, por exemplo, o que você tem hoje: um lar, uma família... Hoje não faria isso, mas eu era uma jovem sem muita coisa na cabeça... Ainda tinha aquela rivalidade com a Gama-Tau, coisas da juventude.

-- Você tem noção das consequências disso? No começo eu achei que eram mentiras de Carmem, que ela havia inventado isso para justificar sua traição, mas não foi. Você disse aqueles absurdos, você sabia de coisas íntimas e divulgou isso, você nos espionou?

-- Que vergonha meu Deus! Mas sim espionei vocês sim... Naquela cabana...

-- Meu Deus Carol... Isso sim é doente!

-- Sandra já faz tanto tempo, por que isso agora?

-- Por que estou descobrindo que eu e Carmem fomos vítimas de uma grande armação, você contribuiu para acabar com a vida dela e isso teve e tem suas repercussões Carol. Não posso acreditar que você fez isso tudo sozinha...

-- Sandra, vamos esquecer isso, é melhor para todos.

-- Não posso esquecer, e nem a filha de Carmem esquecerá.

-- Filha de Carmem?

-- É Carol. A filha de Carmem e Wiliam.

-- Mas ela não morreu no acidente com ele?

-- Vejo que você não é tão alheia assim às informações... Como você soube que Esther estava no acidente com Wiliam?

-- Esther? O nome da filha de Carmem e Wiliam é Esther?

-- Sim, por quê?

Carol de repente ficou pálida para a estranheza de Sandra. Que mesmo insistindo em fazer perguntas parecia não ser ouvida, até serem interrompidas pela secretária de Carol.

-- Sra. Wanderbelt, os executivos da reunião das 16h já aguardam a senhora na sala de conferências.

-- Obrigada Lilian, estou indo.

Carol se refez, mexeu em alguns papéis e disse sem graça:

-- Sandra, eu tenho mesmo que estar nessa reunião, podemos terminar essa conversa outra hora?

-- Estou nesse hotel Caroline, se quiser conversar me procure, mas sinceramente, não sei se estarei disposta a recebê-la. Boa tarde.

Sandra se despediu colocando o cartão do hotel que estava hospedada na mesa de Carol, com um olhar magoado. Deixou Caroline intrigada e apreensiva, imediatamente ela sacou seu celular deixando um recado tenso para alguém:

-- Preciso falar com você, ligue-me com urgência.

Na mansão Gama-Tau, Amy e Esther faziam planos para passar o feriado de Ação de Graças juntas em Nova Iorque, as duas estavam mais unidas do que nunca. Amy voltaria a frequentar as aulas no dia seguinte, não se conformava pelo fato de Esther haver perdido a presidência da fraternidade por uma armação de Ellen. A morena reiterava que não se importava com o cargo.

-- Linda, não ser mais presidente da fraternidade me dá mais tempo para ficar com você, sem grandes responsabilidades...

-- Mas meu amor... E sua música? Seu estúdio está lá no andar da presidência, já pensou se Ellen ganha essa eleição? Como será nossa vida aqui com ela sendo presidente?

-- Amy, quanto a isso não se preocupe, Rebeca e Meredith não deixarão que ela assuma o mandato se esse absurdo acontecer, nos mudamos daqui, vamos morar no meu barco o que você acha?

-- Só nós duas morando juntas? Sou moça de família, viu? Só casando!

-- Nossa, quanta pressão! Só mora comigo se casarmos é?

-- Isso mesmo...

Esther sorria do jeito de Amy falar, como se significasse algum sacrifício casar-se com ela, abraçou-a pela cintura, roçando seus lábios no pescoço da loirinha, e disse junto ao seu ouvido:

-- Eu quero que você seja minha mulher, Amy.

Amy abriu um sorriso sincero, os olhos cintilavam felicidade, invadiu a boca de Esther num beijo urgente e pleno, em segundos as mãos já exploravam o corpo uma da outra enquanto caminhavam para a cama, perdendo as peças de roupas.

Esther posicionou-a sentada sobre ela, passando sua língua pelos seios e barrigas alvas da loirinha, suas mãos que apertavam o bumbum de Amy, agora se dirigiam para o sexo encharcado dela. Esther penetrou seus dedos após massagear o clitóris da sua namorada, fazendo-a gemer alto enquanto cravava suas unhas nas costas de Esther. Amaram-se por horas até caírem no sono. Pelo menos ali, naquele quarto, o clima não era de tensão ou angústia, a paixão dominava como tinha que ser entre um casal apaixonado.
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